Vimos anteriormente sobre a importância de sermos mais produtivos e que isso envolve, inevitavelmente, mais esforços!
Todavia, chamo a atenção para esclarecer que o inverso não é verdadeiro: Mais esforços não significam maior produtividade, mesmo estes sendo capazes de modular o desempenho! Quer dizer, quando há prática deliberativa (1).
Visualize assim: Você pode se esforçar infinitamente contando as estrelas e não chegará a lugar nenhum, pois dispõe de falsa percepção da realidade, seja em virtude do sujeito, do objeto, ou do método.
Com isso, antes de você pensar em uma estrutura organizacional que lhe permita ser mais produtivo, é imprescindível reconhecer suas capacidades, limitações e o desafio que lhe será imposto.
Feito isso, para que esse sistema seja eficiente e POUPE da escassez de RECURSOS que temos, precisa focar em PONTOS DE ALAVANCAGEM. Em outras palavras, a direção dos nossos esforços/recursos deve ser nas causas e condições que PODEM GERAR a maior parte dos resultados (2).
Indo nesse sentido e como destacado na imagem, a ROTINA é um estabilizador das RESTRIÇÕES, das dificuldades, dos empecilhos. É a rotina que tem a capacidade de reduzir seu desgaste e limita seu desperdício de energia, tempo. Desse modo, não ter uma rotina é TER uma restrição interna ou externa que reduz sua capacidade de performar! E quanto maior os esforços, mais pesado estiver seu dia a dia, MAIOR a necessidade dessa estrutura organizacional que é a ROTINA.
CONCLUSÃO: As pessoas querem flexibilidade, prazer, variações e modificações diversas em seus planos alimentares.
Tais elementos DIFICULTAM a implementação de uma rotina.
Adesão, sustentabilidade, consistência, disciplina, todos esses são fatores que integram-se no sistema rotina e permitem que seus resultados sejam VERTICALIZADOS e aprofundados. Quando você muda de dieta em dieta, você está sempre no plano horizontal, sem construir efetivamente a incorporação do seu estilo de vida.