O cerne da hipótese carboidrato-insulina postula que aumentos nos níveis de insulina, em jejum e pós-prandiais, em resposta ao consumo de carboidratos, são estimulatórios à ingestão calórica, isto é, aumentam a fome/apetite, além de reduzirem o gasto energético e facilitarem a deposição de gordura corporal (1). Tal modelo vem sendo exposto ao escrutínio e não […]
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SÍNTESE DE PROTEÍNA – INSULINA, WHEY PROTEIN, LEUCINA, BCAA
Em condição de infusão constante de aminoácidos, ir além de determinado liminar de insulina NÃO promove maiores reduções na quebra proteica. O curioso é que também NÃO promove maior síntese de proteína, como você pode observar na imagem (1). Válido apontar que se não houvesse a oferta constante de aminoácidos, mas somente a adição exógena […]
PROTEÍNA – MÁXIMA RESPOSTA ANABÓLICA –
Em se tratando de metabolismo, é denominado como anabólico o contexto onde as reações de síntese são predominantes sobre as reações de catabolismo/quebra. Nesse sentido, no anabolismo estamos em um ambiente de balanço positivo. Ao pensar em proteína, esse estado de anabolismo é classificado como balanço positivo de nitrogênio, o qual ocorre como consequência de […]
PROTEÍNA REALMENTE ELEVA A GLICEMIA?
Em 1915, Janney estimou a quantidade de glicose que seria produzida através da ingestão de proteína (1). Essa quantidade, com as devidas correções, é de 3,6g para cada g de nitrogênio contido em 100g de proteína.Cada tipo de proteína dispõe de uma quantidade de nitrogênio, sendo usual a determinação de 16% (2). Desse modo, a […]
SÍNTESE DE PROTEÍNAS – HÁ NECESSIDADE DE ADICIONAR CARBOIDRATOS?
Uma das narrativas mais tradicionais no meio, tanto profissional, como de atleta, é a da necessidade da ingestão de carboidratos à proteína, de modo a evitar que essa proteína seja usada como substrato energético. Muito dessa asserção vem de uma argumentação lógica, dentro de princípios fisiológicos, mas trata de questões complexas e fluídas, como simples, […]
MELATONINA ALÉM DO APARENTE – TEXTO 3 –
A atribuição de efeitos específicos e caminhos isolados para a melatonina é difícil. A explicação é a ação dependente (1) ou independentedos receptores (2). Além disso, a localização do receptor, estando no núcleo ou citosol, bem como sua densidade e afinidade, influencia na sua efetividade (3). Outra consideração é que após ativados pela melatonina, os […]